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	<description>Gestão e Recuperação de Créditos</description>
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		<title>BCE: A nova bazuca de Mario Draghi</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2014 21:17:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José António Valério]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Para grandes problemas, grandes anúncios. Foi o que fez o Banco Central Europeu (BCE). A instituição surpreendeu com um corte das taxas de juro para mínimos históricos e anuncia um programa de compra de títulos garantidos por hipotecas e ativos, a partir de outubro. A decisão não foi unânime, como revelou Mario Draghi, após a reunião do Conselho de Governadores. O objetivo é fazer face... <br /><br /><a class="readmore" href="http://www.credivalor.pt/bce-a-nova-bazuca-de-mario-draghi/">Ler Mais</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[Para grandes problemas, grandes anúncios. Foi o que fez o Banco Central Europeu (<a title="Mais informação sobre BCE" href="http://pt.euronews.com/tag/bce/">BCE</a>).
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A instituição surpreendeu com um corte das taxas de juro para mínimos históricos e anuncia um programa de compra de títulos garantidos por hipotecas e ativos, a partir de outubro.
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A decisão não foi unânime, como revelou Mario Draghi, após a reunião do Conselho de Governadores.
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O objetivo é fazer face à desaceleração económica e fomentar a concessão de crédito às famílias e empresas.
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O presidente do BCE acrescentou: “As decisões de hoje, em conjunto com as outras em vigor, foram tomadas para sustentar a ancoragem firme das expectativas de inflação a médio e longo prazo em linha com o objetivo de manter a taxa de inflação abaixo, mas próximo, de 2%. Se for necessário, face ao risco de um período prolongado de baixa inflação, o Conselho de Governadores é unânime no seu compromisso de usar mais medidas não convencionais no quadro do seu mandato”.
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O BCE cortou a taxa diretora em dez pontos base para 0,05%. É atualmente uma das taxas mais baixas do mundo.
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A Reserva Federal mantém a taxa entre 0 e 0,25% desde 2008. A do Banco Central do Japão está nos 0,3% e a do Banco de Inglaterra é de 0,5%.
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Rui Bárbara, economista e gestor de ativos do Banco Carregosa, diz-se surpreendido com o corte das taxas. Sobre o programa de compra de dívida privada explica: “A parte não convencional, basicamente, resume-se ao Banco Central Europeu permitir aos bancos normais, os de retalho, de toda a zona euro venderem ativos chamados ABS, “asset-backed securities”, que são no fundo titularizações de empréstimos”.
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Interrogado sobre eventuais riscos de o programa recriar a crise de 2008, Rui Bárbara defende: “Estamos muito longe de termos bolhas imobiliárias na Europa. Neste caso estamos justamente no contrário, não existe concessão de crédito”.
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O BCE quer relançar a economia da zona euro, que estagnou no segundo trimestre, enquanto os riscos geopolíticos se farão sentir ainda mais nos próximos meses. Junto com os índices de confiança, em agosto, registou-se nova queda da inflação para 0,3%.
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Os dados levaram o BCE a baixar as previsões para o crescimento e a inflação este ano. O receio geral é que a zona euro mergulhe numa espiral de queda de preços e salários.
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Com a compra de dívida privada e um novo corte nas taxas, incluindo a de depósito para -0,2%, objetivo é levar os bancos a financiar a economia e, assim, relançar a retoma e a inflação.
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Para isso deverão também contribuir as operações de refinanciamento dos bancos, através de empréstimos do BCE a taxas baixas, que começam em setembro.
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Copyright © 2014 <strong>euronews</strong>
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Fonte: http://pt.euronews.com/2014/09/04/bce-corta-taxa-diretora-para-005-por-cento/]]></content:encoded>
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